Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a sua fonte escondida
Te alcance em cheio o mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
by Cazuza / Roberto Frejat
Escrito por Deneuve às 08h22 AM
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NOSSO LIQUIDIFICADOR É UMA BATEDEIRA !... rs
Fama
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Nosso caso de amor pode gerar rumores mudar o tom do nosso humor como o som do liquidificador

interferindo em nosso som e nós que vivemos em contradição um pouco de culpa, um muito de tesão talvez temamos essa interferência talvez isso desate o nosso laço os dois em xeque e talvez mate ou torne escasso... o que nos parecia excesso talvez vire o nosso amor do avesso e essa intimidade acabe please please não conte para ninguém o que você sabe. |
Bruna Lombardi
Escrito por Deneuve às 08h25 AM
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A MULHER DE CADA PORTO
Quem me dera ficar meu amor, de uma vez Mas escuta o que dizem as ondas do mar Se eu me deixo amarrar por um mês Na amada de um porto
 Noutro porto outra amada é capaz De outro amor amarrar, ah Minha vida, querida, não é nenhum mar de rosas Chora não, vou voltar

Quem me dera amarrar meu amor quase um mês Mas escuta o que dizem as pedras do cais Se eu deixasse juntar de uma vez meus amores num porto Transbordava a baía com todas as forças navais Minha vida, querida, não é nenhum mar de rosas Volta não, segue em paz ...
Edu Lobo/Chico Buarque
Escrito por Deneuve às 01h14 PM
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"O amor nunca morre de morte natural. Morre porque nós não sabemos reabastecer sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho"
Anais Nin, escritora francesa bissexual
Escrito por Deneuve às 07h17 AM
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HELP !... I need somebody !
Socorro, não estou sentindo nada Nem medo, nem calor, nem fogo Não vai dar mais pra chorar Nem pra rir Socorro, alguma alma mesmo que penada Me entregue suas penas Já não sinto amor nem dor Já não sinto nada
 Socorro, alguém me dê um coração Que esse já não bate nem apanha Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa Qualquer coisa que se sinta Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva Socorro, alguma rua que me dê sentido Em qualquer cruzamento, Acostamento, Encruzilhada Socorro, eu já não sinto nada
Escrito por Deneuve às 07h04 AM
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eu tive fora uns dias...
O Expresso do Oriente Rasga a noite, passa rente E leva tanta gente Que eu até perdi a conta E nem te contei Uma novidade quente E nem te contei
Eu tive fora uns dias Numa onda diferente

E provei tantas frutas Que te deixariam tonta Eu nem te falei Da vertigem que se sente Eu nem te falei
Que eu te procurei, pra me confessar Eu chorava de amor E não porque eu sofria Mas você chegou, já era dia E não estava sozinha Eu tive fora uns dias Eu te odiei uns dias Eu quis te matar
Herbert Vianna
Escrito por Deneuve às 07h20 AM
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